JANTAR DE APOIO À CASA DO OESTE

11 11 2011





FESTA DAS COLHEITAS – 23 de outubro

15 10 2011

Amiga/o

É já dia 23 deste mês, mais uma Festa das Colheitas na Casa do Oeste!

Desta vez a solidariedade mais do que nunca é necessária, as obras estão a um ritmo acelerado e as despesas não param de surgir! É uma oportunidade para quem não produz artigos agricolas, para os adquirir a preços acessíveis ao mesmo tempo que ajuda nas angariação de fundos para as obras, por isso não deixes de aparecer e de convidar amigos para irem também!

Vamos ter um belo mercado e contamos com a presença de D. António Marcelino, um dos nossos bispos heméritos que mais apoiou desde sempre a Ação Católica.

Contamos também com a tua colaboração para a divulgação da Festa sugerindo que imprimas e afixes em locais públicos da tua terra o programa/cartaz e ainda que faças chegar a outros amigos pedindo-lhes que façam o mesmo.

Até Domingo 23 de Outubro…

Para saber mais consulta o programa [AQUI]





XXXVI Semana de Estudos

16 08 2011

De 1 a 5 de Agosto decorreu a Semana de Estudos, uma organização da ACR , na Casa do Oeste onde trinta duas pessoas entre adultos e crianças puderam reflectir sobre o papel de cada um na mudança sempre necessária para responder aos desafios que a sociedade constantemente nos lança.

No primeiro dia os participantes foram chamados a reflectir sobre o contributo individual na construção do colectivo. Para ajudar a esta reflexão foi convidado, José Manuel Paz, um dos impulsionadores do centro de desenvolvimento social do Landal. Contou-nos sobretudo a sua experiência no desenvolvimento deste centro e como o seu crescimento foi possível porque o colectivo  sempre esteve atento às necessidades da população local e às oportunidades que sempre surgem.  Tomou-se consciência de que para se fazer alguma coisa tem de haver dinâmica de grupo, os cargos de chefia devem ser rotativos para que  haja participação e não caciquismo.  O sentido da responsabilidade  e participação deve começar em casa. Para se alargar a participação a mais gente devemos começar por um processo de envolvimento quer da família quer dos amigos e vizinhança.

No  segundo dia de reflexão abordou-se o tema construir uma sociedade menos desigual e mais solidária. Para desenvolver esta reflexão esteve presente Brandão Guedes que fez uma breve análise da situação económica actual e de como se chegou aqui. Foi dito que fomos educados/formatados na ideia de que o progresso era ilimitado. O que verificamos é que o futuro será pior que o hoje.  A economia hoje é vincadamente financeira, faz-se dinheiro com dinheiro. Este crescimento económico leva  à rotura ambiental que pode criar grandes dificuldades à espécie humana. Verificam-se ameaças culturais porque hoje tudo é mercantilizado, tudo tem valor monetário  pois se vende e se compra.  Há uma cultura que leva à idolatria do corpo e do prazer – o hedonismo – que leva ao desenvolvimento do individualismo e ao desprezo pelo espaço e bens públicos. Teremos que criar alternativas a este estado de coisas  pelo que teremos de procurar viver bem, com menos, ser mais solidário. Teremos de criar uma sociedade onde haja supremacia do poder político sobre o económico e que  leve  ao aumento da participação das pessoas.  Desenvolver a distribuição da riqueza o que supõe a negociação colectiva. Numa sociedade mais solidária a educação é fundamental para que a pessoa seja um sujeito com direitos e deveres.  Uma sociedade mais solidária supõe que seja criada uma organização internacional que tenha legitimidade para coordenar e exigir.  Terá de haver um papel mais activo do cidadão a nível local e internacional e organizada.

No terceiro dia o grupo fez uma visita ao Centro  de desenvolvimento social do Landal-Caldas da Rainha, onde se pôde observar todo o trabalho que este centro tem desenvolvido em prol das populações e do desenvolvimento local.

O  último dia foi aproveitado para fazer a avaliação da semana e celebrar a mesma com a Eucaristia onde foram reafirmados compromissos individuais de participação na construção do colectivo.





CASA DO OESTE – SOLIDARIEDADE E COLABORAÇÃO

24 07 2011

Amigos

No Conselho Diocesano lancei-vos o meu “grito de responsabilidade”, a propósito do Empréstimo dos 100.000,00 € que, na segunda-feira assinei, na Caixa Agrícola, para as Obras da Casa do Oeste. Como vos disse, foi a primeira vez na minha vida, em tanta obra que conduzi. Talvez por isso sinta tanto esta responsabilidade.

A primeira mensalidade (1.172,00 €) será paga por mim.

Concretizando as ideias deixadas no Conselho Diocesano, arranjei na Paróquia duas equipas que vão funcionar já no próximo fim de semana:

  1. Campanha dos Bolos (fabrico: Odete, Narcisa, Adosinda, Ofélia… aos sábados das 14 às 18 h)

Compras: 4 a 6 sacos de 25 kg farinha – por 12 kg de farinha que dá, aproximadamente, 23 sacos de 6 bolos a 4,50 € cada um -, 5 kg de açúcar, 1 kg de planta, 1 kg  de fermento, Fermento royal – comprar 6 caixas -, 10 limões, uma dúzia de ovos caseiros, sacos para os bolos – pedir à Marília)

A venda será feita pelos jovens da JARC, nas Missas de Sáb e Domingo e, também, na praia.

  1. Campanha do Cabaz

Angariar produtos para preencher o cabaz:  Beatriz + Maria + Liliana e Luisa …

A venda será feita elos adolescentes da ACN

 Vejam se são capazes de passar este exemplo a outros. Poderá ser com outras formas diferentes. Temos de ser imaginativos para circunstâncias diferentes.

Estas são outras formas de solidariedade, muito diferentes das primeiras que iniciaram a Casa.

Abraço-vos com amizade e gratidão





XXXVI SEMANA DE ESTUDOS – 2011

23 07 2011

Tema: O MEU PAPEL NA MUDANÇA

Caro amigo

Venho convidar-te, a participar na Semana de Estudos da Acção Católica Rural, de 1 a 5 de Agosto, na Casa do Oeste.

Em anexo vai o programa. É um programa muito forte e oportuno para os tempos que vivemos. Aproveita esta oportunidade!

Um abraço deste teu amigo que gostaria de te encontrar na Semana de Estudos, na Casa do oeste,

Para informações e inscrições contactar Luisnunes16@gmail.com telefone: 262834433 ou Natalia Serrazina – natserrazina@gmail.com telem. 968206012





Voluntariamente: Fundação João XXIII

23 07 2011




FESTA DA FAMÍLIA RURAL NA CASA DO OESTE

28 05 2011





VENCER A CRISE COM A ECO-GASTRONOMIA

16 04 2011





GERAÇÃO À RASCA – A NOSSA CULPA

17 03 2011

Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos…), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, … A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem  Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde  uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer “não”. É um “não” que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a  informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem  são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos – e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim.

in http://assobiorebelde.blogspot.com/





ENCONTRO DE APROFUNDAMENTO DA FÉ

14 03 2011

Realizou-se ontem, dia 13 de março de 2011, 1.º Domingo da Quaresma, o Encontro de Aprofundamento da Fé organizado pela Ação Católica.

Orientados pela dr.ª Eduarda Ribeiro, os participantes refletiram sobre o tema “Ter esperança em tempos de crise“.

Aqui fica um video sobre a síntese do trabalho de grupos, feita pela oradora.

O encontro terminou com Eucaristia presidida pelo P. Batalha, assistente diocesano da Acção Católica Rural.

 








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